A moral cristã

Normalmente é a experiência que nos vai dizendo o que é ou não conveniente para a vida digna do homem. Essa experiência é armazenada pela cultura. Seria terrível que cada ser humano tivesse que descobrir tudo por si próprio. Aliás nalguns aspectos só poderia errar uma vez (p.ex. saber que alimentos são venenosos…).

No terreno moral aqueles que nos precederam acumularam um conjunto de conhecimentos sobre o que convém e o que não convém ao homem. Só que o bom e o mau uso da liberdade nem sempre se detecta logo e, por isso, às vezes levantam-se dúvidas ou são transmitidas experiências diferentes por culturas diversas, mesmo com uma preocupação moral comum. Ora nós não podemos "experimentar" todos os sistemas morais ou culturais, para depois escolhermos o que mais nos convencesse. Nem essas coisas podem ser demonstradas como se demonstra uma conclusão matemática.

A moral cristã tem duas características interessantes. Por um lado deu muitos bons frutos ao longo de séculos: iluminou a vida de milhões de homens de todas as épocas e culturas e deu esplêndidos frutos de humanidade, heroísmo, autenticidade e beleza. Por outro, é uma moral revelada. Não é um simples resultado de experiências acumuladas, mas foi revelada pelo autor da natureza humana, através da Palavra e principalmente pela Pessoa de Jesus Cristo, a cuja imagem e semelhança nós fomos criados.

Assim, embora nas duas primeiras partes vamos procurar descobrir o que é que a razão e a experiência humanas nos dizem sobre a Arte de viver, dedicaremos uma terceira parte ao que é mais específico da moral cristã.

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